Opinião do Leitor

Dilma Roussef e José Serrapor Waldir

Não se podia esperar outra coisa do PSDB, afinal foram eles os criadores do fator previdenciário, com a mesma ladainha de sempre: déficit na previdência.

Aliás, naquela época o PT erá contrário a qualquer déficit na previdência e só aderiu à ladainha depois que herdou o governo do PSDB. Chegamos, então, à conclusão que todos já sabiamos há muito tempo, isto é, que são todos farinha do mesmo saco.

Nenhum presta. Só nos resta votar contra nas eleições de 2010. Contra PT, PSDB e os demais partidos dos quais forem caindo as máscaras, assim como aconteceu hoje com o PSDB.

Era de se esperar, afinal, nenhum dos pré-candidatos se manifestou a favor dos aposentados. O atual cenário político mostra pré-candidatos, do PT, do PSB, do PSDB, do PV, talvês do PSOL, contudo não se ouviu nenhum comentário feito por qualquer um deles a favor dos aposentados.

Malandramente, para não assumirem qualquer compromisso, conforme se deu com o então candidato de 1989, hoje Presidente da República (recuso-me a falar e escrever o nome desse senhor – vou tratá-lo com o mesmo escarnio com que estou sendo tratado por ele) que prometeu no programa Silvio Santos e não cumpriu sua promessa até hoje.

O meu único consolo é que a atitude dele me confere o direito de chamá-lo de mentiroso. Eles deixam para os deputados e senadores fazerem o oba-oba. A mão na cumbuca ninguém quer colocar.

Nenhum dos pré-candidatos, até hoje, veio a público para denunciar os escândalos e roubalheiras que estão acontecendo nos cofres da previdência social, como é o caso do último denominado de bolsa celular, cujos recursos sairão do bolso do trabalhador contribuinte da Previdência Social.

Não é suficiente todos os beneficios assistenciais pagos com o dinheiro da previdência social, além da inadimplência das grandes empresas, dos clubes de futebol, das prefeituras que além disso ainda cometem o crime de apropriação indébita, pois retêm do empregado e não repassam à Previdência Social, ainda criam mais despesas para serem pagas com o dinheiro do trabalhador da ativa e do aposentado e pensionista.

Não há mais nada que se possa fazer a não ser a conscientização para as eleições de 2010. Vamos nos unir em torno de idéias ótimas que surgirão e dar o devido troco nas urnas.

Fonte: Lula e Serra se unem para derrubar reajuste maior

CategoriasOpinião do Leitor

Oposição e centrais vão pressionar por projetos dos aposentados

Ronaldo CaiadoApesar da decisão do governo de priorizar a votação dos projetos do pré-sal em plenário, os partidos de oposição e as entidades ligadas aos aposentados vão insistir na apreciação, na próxima semana, de propostas que tratam do reajuste de aposentadorias e pensões.

Eles querem que seja colocado em pauta, no plenário, o projeto que estende às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo (PL 1/07).

O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), já avisou que a oposição vai retomar a estratégia de obstrução caso essas matérias não entrem na pauta.

“Na próxima semana, se o governo não pautar o projeto dos aposentados e os partidos da base não tiverem indicado os nomes para compor a CPMI do MST, nós estamos liberados e entraremos em obstrução plena e total, com tudo aquilo que o regimento nos garante. Se os aposentados não forem incluídos na pauta, nós, a partir da semana que vem, não sairemos do processo de obstrução na votação dos quatro projetos do pré-sal”, disse Caiado.

Fator previdenciário
A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) também vai manter a mobilização em torno dos projetos de seu interesse. Além do reajuste das aposentadorias, a Cobap aguarda a votação do projeto que acaba com o fator previdenciário (PL 3299/08), em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O presidente da Cobap, Warley Gonçalles, disse que a decisão do governo não vai interferir em nada na estratégia que a entidade programou para a próxima semana de pressão sobre os parlamentares. “Nós vamos mostrar para o governo que estamos com força e vamos, na terça-feira, trazer os aposentados para a Câmara e exigir que eles coloquem em pauta, na terça ou na quarta. Vamos pressionar os deputados para que o nosso projeto seja colocado em votação e, por isso, não estamos preocupados com o que o governo vai fazer.”

Centrais sindicais
Warley argumenta que o reajuste igual para salário mínimo e aposentadorias e o fim do fator previdenciário também têm forte apoio entre deputados de partidos governistas.

Outras cinco centrais sindicais, como a Conlutas, a Nova Central Sindical de Trabalhadores e a Central de Trabalhadores do Brasil, apoiam a mobilização da Cobap.

Já as duas maiores centrais do País, CUT e Força Sindical, têm negociado com o governo em torno do projeto que prevê o reajuste real para aposentadorias e pensões com base na metade da variação do PIB de dois anos antes.

Fonte: Agência Câmara

Lula e Serra se unem para derrubar reajuste maior

Lula e José SerraFolha de S. Paulo

Objeto de preocupação do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a proposta de reajuste de aposentadorias igual ao do salário mínimo produziu uma aliança tácita entre PSDB e PT no Congresso e rachou a oposição.

Com medo de herdar um profundo deficit da Previdência num eventual governo Serra, o PSDB trabalha, discretamente, para evitar a votação da proposta que aplica a todas as faixas de aposentadoria do INSS o mesmo índice de reajuste do salário mínimo.

Fonte: Jornal Agora

Por Serra, PSDB se une a PT no Congresso

Dilma Roussef e José SerraCom medo de herdar Previdência ainda mais deficitária, tucanos tentam evitar votação de projeto que reajusta aposentadorias

Estratégia de DEM e PPS é votar proposta que estende reajuste do salário mínimo a todas as pensões do INSS e deixar ônus de veto para Lula

De Catia Seabra:

Objeto de preocupação do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a proposta de reajuste de aposentadorias produziu uma aliança tácita entre PSDB e PT no Congresso e rachou a oposição.

Com medo de herdar um profundo deficit da Previdência num eventual governo Serra, o PSDB trabalha, discretamente, para evitar a votação da proposta que aplica a todas as faixas de aposentadoria do INSS o mesmo índice de reajuste do salário mínimo.

Numa reunião em São Paulo, os líderes na Câmara do PSDB, José Aníbal, e do PT, Cândido Vaccarezza, e o presidente da Casa, Michel Temer, traçaram um acordo para evitar que projeto fosse levado à votação.

Aliados do PSDB, PPS e DEM pregam, no entanto, voto em favor do projeto -de autoria do senador petista Paulo Paim (RS)-, para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assuma o ônus do veto.

O presidente do PPS, Roberto Freire, admite que “Serra está preocupado” com o impacto da medida. “Serra tem espírito público. Ele vê reflexos também no seu governo. Está preocupado com o futuro do país”, diz Freire. Mas avisa que o PPS votará a favor do projeto.

“Se o governo não tem racionalidade administrativa, cria cargos para abrigar apaniguados, por que o aposentado será punido? O PSDB ajuda o governo e sempre leva porrada.” Assinante do jornal leia mais em: Por Serra, PSDB se une a PT no Congresso

Fonte: Blog do Noblat

Opinião do Leitor

Lula e Dilma Rousseffpor João Guilherme

Foi aprovado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados encarregada de avaliar os projetos do marco regulatório do pré-sal.

O interessante nisso é que o presidente Lula, quando interessa a Ele, Ele está pronto para ceder, nesse caso Ele cedeu as pressões dos governadores do Rio de Janeiro e Espírito Santo, mesmo com perda para o governo federal.

Para os aposentados e pensionistas, Ele continua irredutível junto com a sua equipe, ou seja, continua valendo a correção pela inflação mais 50% da variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, isso vai dar mais ou menos pelas previsões econômicas um percentual de 6,7% em janeiro, abaixo dos 8,79% para o salário mínimo, esses percentuais foi obtidos em agosto com o presidente Lula e as Centrais Sindicais, as quais não representam os aposentados e pensionistas, quem representa os aposentados e pensionistas e a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), por isso, o único acordo aceito por nós será aquele acordado com a Cobap.

Em vista disso nós vamos continuar lutando pela aprovação dos projetos de lei que nos interessam.

Povo do Rio Grande do Sul alem do deputado Pepe Vargas (PT-RS), guarda também esse outro nome deputado Henrique Fontana (PT-RS), líder do governo na Câmara, ontem Ele falou a prioridade agora é a votação do pré-sal. Com isso, os projetos de interesses dos aposentados e pensionistas são jogados para 2010.

Esses senhores estão se lixando para situação dos aposentados é pensionistas, eles não estão nem aí se os aposentados não têm dinheiro para compra os seus remédios e até mesmo manter a sua família.

Eu quero falar para os meus colegas de luta, que a nossa luta não é em vão, hoje você abre o jornal tem um ou dois colunistas falando dessa política perversa do governo Lula contra os aposentados e pensionistas, já chamaram ate de Hitler brasileiro, porque o que ele está causando é um genocídio.

No meu blog, eu tenho recebido comentários de muitos és-metalúrgicos, que hoje estão aposentados e se encontram na miséria.

Todos que são sindicalizados, ao se aposentarem a primeira providência a ser tomada e se desfiliar do seu sindicato e se filiar em uma das Confederação Brasileira de Aposentados, porque se não eles vão pagar uma mensalidade em vão, está provado pelo acordo feitos pelas Centrais e o governo, que elas não defendem os interesses dos aposentados e sim só dos trabalhadores da ativa.

O presidente Lula, Ele está rindo a toa, Ele faz o que quer porque Ele tá com a caneta nas mãos e tem um rolo compressor na Câmara nos moldes do ex-presidente Fernando Henrique, o qual era veementemente criticado pelo PT, e agora ele está agindo da mesma forma. Só uma coisa Ele não sabe, quem vai ri a toa somos nós ano que vem depois das eleições.

Por isso, valos continuar colocando a boca no trombone, como diz o ditado popular, ou seja, se você tem um blog use-o, ou então coloque comentários nos blogs que estão na Internet, e olha são muitos ao nosso favor.

Eu estou fazendo a minha parte, tenho meu BLOG, estou no TWITTER, ORKUT e agora mais recente no FACEBOOK, eu estou levando não só para o brasil inteiro, mas também para o mundo conhecer quem é o verdadeiro Lula, só do Brasil de março ate hoje, recebi mais de 2.500 e-mails.

Para terminar, vamos usar a INTERNET é de graça e é fácil de ser usada, ou então é só ir numa Lan House, se você não tem um computador em casa, numa Lan House com 10 reais você usa mais de 3 horas de Internet.

Se nós não agirmos, vamos fazer o contrário do que diz a música de Raul Seixas “Eu que não me sento, No trono de um apartamento Com a boca escancarada Cheia de dentes Esperando a morte chegar”.

OBS: Para quem não conhece o meu blog é: http://blig.ig.com.br/jgrsmaia, visite e deixe o seu comentário.

Fonte: Sua Opinião

CategoriasOpinião do Leitor

Caiado orienta que bancada garanta apoio a aposentados

Ronaldo CaiadoFonte: Diário da Manhã
(04.11.2009)

O líder do democratas na Câmara Federal, deputado Ronaldo Caiado (GO), orientou a bancada para confirmar o apoio a emenda do Senado ao Projeto de Lei (PL) 1/07, que garante o mesmo aumento concedido ao salário mínimo a todos os benefíciados mantidos pela Previdência Social.

“O PT atende centrais sindicais, dá aumento a todo o funcionalismo público e quando chega a vez dos aposentados diz que não tem dinheiro. É só ter vontade e planejamento que os aposentados serão valorizados. É por isso que orientei a bancada do Democratas a votar a favor “, disse. A proposta deve ser votada hoje.

Caiado lembrou que só é a favor da proposta original, que reajusta em 100% os salários.”Essa história de colocar centrais sindicais para negociar em nome dos aposentados não cola. O governo precisa parar de enganar aqueles que contribuiram a vida toda e hoje têm uma aposentadoria injusta”, afirmou o parlamentar.

O goiano lembrou que sempre foi a favor da equiparação. “É uma coerência política e social”, disse. O PL beneficia mais de 8,1 milhões de aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo.

A emenda recebeu parecer favorável da comissão especial que analisou a matéria. O democrata informou que o governo, ao tentar negociar com aposentados alternativa, alega que melhorar as condições financeiras dos aposentados e pensionistas vão acarretar a elevação do deficit da Previdência.

“Por outro lado, sempre existe dinheiro para pagar juros e fazer superavit primário, um paradoxo. Este governo, além de tudo, possui recordes sucessivos de arrecadação e luta para criar novos impostos como a CSS”, completa.

Fonte: Site do DEM

Opinião do Leitor

Lula e Dilma Rousseffpor Sonia Maria Paulino de Faria

É triste a certeza de uma traição, mas a dor da REVANCHE DÓI MAIS.

O Sr. PresidenREI LULA, vai COLHER o que PLANTOU. Está se sentindo o máximo porque está com o PODER nas mãos, mais poder passa.

Esqueceu suas origens, decerto esqueceu as regras da ética e moral. A ética diz que todo homem de bem tem que tê-la; moral, só os compromissados a possui, porque respeitam seu próximo e cumpre com o que fala. Seja seu SIM, SIM, e seu NÃO, NÃO.

É Lula, você é a vergonha da NAÇÃO APOSENTÁTICA.

Seus netos não terão orgulho do avô que se transformou V.Sa. Eles lembrarão apenas dos chavões convencionais dos pronomes de tratamentos e não esquecerão da história de suas ações.

Seus filhos devem está achando boa a vida de PRÍNCIPES que levam. Afinal nada lhes faltam.

A QUE PREÇO? Das mortes prematuras dos velhinhos APOSENTADOS.
Meu senhor pense, eles não teen o conforto e o dinheiro que a Sra. Dilma tem para seus TRATAMENTOS, muito menos o Prestigio do Senhor Vice-Presidente, que pode ir para o exterior se tratar. Tudo bem, eles podem, ótimo para eles.

E os velhinhos? Só precisam de hospitais descentes para se tratar, de alimentação e moradia digna para viverem mais alguns anos com dignidade.

Eles lutaram para ter isso e o senhor só sabe dizer NÃO, NÃO e NÃO aos seus REAJUSTES.

Pare de TORTURAR esses Aposentados, Pensionistas e seus familiares!

O AGRAVANTE nisso tudo é que “eles” APOSENTADOS o escolheu para os protegerem. Vossa resposta é a TRAIÇÃO. Confia-se achando que eles são FRÁGEIS.

Engana-se Senhor,

Chega-se à Presidência através do VOTO e através dele, também se perde. Se depender dos aposentados, familiares, parentes, amigos e de pessoas sensíveis, nem o senhor, nem Dilma, nem seus aliados terão o voto desses que um dia os colocaram aí no PODER.

Não é possível que o senhor pense que BOLSA FAMÍLIA, VALE CINEMA, VALE GÁS, CAMISINHA COM GEL, BOLSA CELULAR, sejam a salvação dos milhares de desempregados espalhados pelo País.

CRIE EMPREGO para essa gente, assim eles poderão contribuir para sua Previdência e vão passar a terem aposentadorias dignas, e não ficar tirando de quem passou a vida trabalhando para dar para essas criaturas que já estão cansadas de receber MIGALHAS da mesa dos seus SENHORES.

Com isso o senhor faz MAL aos Aposentados achatando suas aposentadorias e muito mais mal faz aos assistidos que NUNCA VÃO PODER SONHAR COM UMA INDEPENDÊNCIA SOCIAL.

Assistencialismo Social só funciona, em CATÁSTROFES. Assistencialismo pra toda vida é empobrecimento para o País.

Quanto mal, ACORDE.

Com efeito, os Aposentados e homens de BEM desse País DERRUBARÃO O MURO DE BERLIN do Planalto com seus VOTOS nas próximas ELEIÇÕES.

Fonte: Sua Opinião

CategoriasOpinião do Leitor

Novo fator vale em janeiro, diz governo

Henrique Fontanapor Juca Guimarães e Folha de S. Paulo do Agora

O novo fator 85/95, que deverá antecipar a aposentadoria integral de quem atingir o índice, sem a incidência do fator previdenciário, deverá começar a valer em janeiro, conforme garantiu ontem a liderança do governo na Câmara dos Deputados.

Segundo a liderança, o aumento dos benefícios acima do mínimo, para o ano que vem, deverá ficar em 6,19%, sendo 3,64% da inflação mais 2,55% de ganho real.

O aumento real será igual a 50% do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2008.

Fonte: Jornal Agora

Mão Santa trava dura batalha nos bastidores em prol dos aposentados

Mão SantaSenador Mão Santa vem travando incansavelmente nos bastidores do Congresso Nacional uma dura batalha

Fonte: ASCOM

O senador Mão Santa vem travando incansavelmente nos bastidores do Congresso Nacional uma dura batalha contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em prol dos aposentados e pela aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) de número 296, datado de 2003, cujo autor é o senador Paulo Paim (PT-RS), e trata do fim do fator previdenciário, que provoca uma ampla perda salarial nas aposentadorias.

O parlamentar piauiense encarregou-se da relatoria do projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e apresentou voto favorável, atestando sua constitucionalidade. “Ninguém desconhece a importância dos rendimentos dos aposentados nas pequenas cidades. A relevância deles é tanta que alguns municípios oferecem moradia para aposentados e pensionistas, em troca da transferência deles para as localidades”, argumentou em seu voto.

Depois de aprovada na Comissão, o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR), a pedido do Palácio do Planalto, movimentou-se com o objetivo de que a matéria ainda passasse pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa, para que só então fosse a plenário. A articulação já dava como certo Romero Jucá ser o relator do PLS na CAE, para obstruir o trâmite da proposta.

Mas a oposição foi mais rápida e remeteu o projeto para o plenário em regime de urgência. Lá, novamente Mão Santa foi designado relator, desta vez da CAE, no plenário. Manobra regimentalmente permitida por conta do pedido de urgência para dar agilidade à tramitação, que ganhou amplo apoio, provocou a aprovação da matéria e o posterior encaminhamento do PLS para Câmara.

Temeroso de ter que vetar o texto a ser aprovado na Casa revisora, no caso a Câmara, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao presidente Michel Temer (PMDB-SP) que não pusesse o PLS na pauta de votação do plenário, uma vez que já foi aprovado em todas as comissões da Câmara Baixa. Porém, o peemedebista, que também teme o desgaste, comprometeu-se com o senador Mão Santa que a matéria vai à apreciação do plenário antes do final do ano.

“Quando eu estava na presidência [do Senado] eu liguei para o Michel Temer advertindo que os velhinhos aposentados iriam tomar o Congresso e fazer greve de fome”, alertou o parlamentar piauiense, advertindo-o para a má imagem que o Legislativo brasileiro iria passar à opinião pública.

Realmente, um grupo formado por cerca de mil aposentados está ameaçando invadir o Congresso Nacional e realizar o protesto. Um pequeno ato da demonstração do poder de estrago dos membros da melhor idade foi dado semana passada, quando viraram as costas a parlamentares após adiamento de uma das datas marcadas para votação. “Eu fiquei impressionado com a cena. Pena que não houve divulgação dessa imagem nos jornais e televisão”, criticou o senador.

O Palácio do Planalto tenta a todo custo evitar que aprovado, esse projeto vá à sanção presidencial antes do período eleitoral, fazendo com que o Lula amargue o ônus de ter vetado um projeto que agrada aos aposentados. Daí a articulação do governo para adiar a votação para o próximo ano, quando passaria a valer somente em 2011. O governo não se esquece do desgaste sofrido pelo recadastramento de velhinhos, que tirou muitos até dos hospitais para enfrentar filas expressivas e visava retirar da folha de pagamento da previdência os fantasmas.

“O governo federal anuncia que pretende emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BIRD) e países vizinhos, mas deveria era devolver o dinheiro aos idosos e acabar com o fator redutor das aposentadorias”, expõe a contradição o senador Mão Santa, que já mostrou contracheque seu de aposentado médico na tribuna do Senado no valor de R$ 3.011,00 mensais. “Isso é uma vergonha, dá úlcera”, disparou.

“O fator previdenciário, calculado com utilização da expectativa média de vida para ambos os sexos, foi introduzido com o objetivo de contar as despesas com benefícios da Previdência Social, embora o argumento utilizado para a sua aprovação tenha sido a necessidade de adequar o sistema previdenciário aos impactos atuarial e financeiro da evolução demográfica. Dessa forma, promoveu-se a redução do valor das aposentadorias ou o retardamento de sua concessão. O que é vergonhoso”, pontuou Mão Santa.

Fonte: 180 Graus Portais

CategoriasGeral

Opinião do Leitor

Lulapor Renato Souza Miranda

Sou simpatizante do PT desde fevereiro de 1980, como foi o PT defensor intransigente dos direitos adquiridos dos aposentados e pensionistas no governo FHC, o qual criou o redutor previdênciário. Quando na época o PT era oposição.

Hoje no governo o PT quer desfazer das suas propostas do que pregava e defendia ou seja das suas memórias de lutas e conquistas que tanto enriqueceu e confiou o povo brasileiro.

Hoje no poder diz abertamente que os aposentados se tiver seus direitos restabelecidos, pode criar um rombo no caixa da previdência social, se lhes conceder os reajustes com base no que concede ao salário mínino e como também aos seus direitos adquirido no ato em que lhe foi concedido o benefício, após a sua missão de trabalhador ter sido cumprida.

Tenho até vontade de chorar, pois vivi a minha vida praticamente sonhando com a chegada do PT no poder federal, ou seja sonhando com a vitória do presidente Lula, pois pensanva eu que cumpriria tudo que discursava quando era o PT oposição, que os aposentados e pensionistas teriam de imediato restabelecido os reajustes que lhes foram negados brutalmente pelo governo que antecedeu o presidente lula, que acredito talvez nunca mais terá a confiança e o apoio dos aposentados e pensionistas do Brasil.

Desejo que este meu comunicado chegue nas mãos do PT para meditações do Partido dos Trabalhadores-PT, que votei em todas as eleições.

Fonte: Governo ataca projeto sobre reajuste para aposentados

CategoriasOpinião do Leitor

Mão Santa critica decisão da Câmara de adiar votação de projetos que beneficiam aposentados

Mão SantaO senador Mão Santa (PSC-PI) voltou a criticar em Plenário, nesta sexta-feira (13), o adiamento, pela Câmara dos Deputados, da votação de projetos de lei que beneficiam os aposentados brasileiros: o PL 3299/08, que extingue o fator previdenciário; e o PL 1/07, que reajusta as aposentadorias pelo mesmo índice do salário mínimo.

Mão Santa informou que a Câmara pretende votar os projetos só após a votação do marco legal do pré-sal.

- O que é que aposentado tem a ver com pré-sal Entenda o assunto? – perguntou o senador, segundo o qual, ao “prejudicar os idosos”, o governo Luiz Inácio Lula da Silva está desestruturando a família brasileira. Para ele, o presidente da República precisa ouvir os senadores, que seriam os “pais da pátria”.

Mão Santa ressaltou que os idosos brasileiros trabalharam por toda a vida tendo descontos mensais de seus salários para ter sua aposentadoria garantida. No entanto, destacou, eles já têm uma defasagem de 50% em seus rendimentos.

Fonte: Agência Senado

Projeto facilita aposentadoria por tempo de serviço para catadores

Mário HeringerA Câmara analisa o Projeto de Lei 5441/09, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), que flexibiliza as regras do cálculo do tempo de serviço dos catadores, para efeito de aposentadoria.

Pela proposta, o catador de matérias recicláveis poderá contabilizar o período de trabalho anterior a 1991 – quando foi promulgada a Lei 8.213, que trata do assunto – mesmo que não tenha recolhido as contribuições correspondentes.

Outros benefícios
A regra é exclusiva para a concessão da aposentadoria por tempo de serviço e não vale para efeito de carência. A concessão dos outros benefícios – como auxílio-doença, salário-maternidade – tem regras previstas pela legislação e pelo Plano Simplificado de Previdência Social.

“As circunstâncias socioeconômicas dos catadores de matérias recicláveis exigem um tratamento diferenciado, de forma tal que seu trabalho e suas contribuições previdenciárias possam valer a pena, especialmente se considerarmos o dever social por parte do Estado de promover o bem-estar e a justiça social”, considerou o deputado.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

“Mantega fez brincadeira de mau gosto com reajuste dos aposentados”, diz Paim

Paulo PaimSenador gaúcho rebateu as informações do ministro da Fazenda

O senador gaúcho Paulo Paim rebateu as informações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o projeto para reajuste do vencimento dos aposentados do INSS quebraria o Brasil.

De acordo com o parlamentar, a afirmação feita à imprensa foi superdimensionada. Ele acredita que o ministro falou”à boca pequena”, sem a intenção de causar polêmica. O senador disse não acreditar que Mantega estivesse falando sério ao ter dito aquilo.

Em entrevista ao Programa Guaíba Cidades, da Rádio Guaíba, Paim garantiu que a Seguridade Social atingiu superavitávit de R$ 400 bilhões nos últimos 12 anos. O parlamentar ressaltou que os aposentados estão torcendo para que o reajuste, que passou pelo Senado, também seja aprovado pela Câmara dos Deputados.

Na noite de quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que só negociará reajuste para os aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo.

A mudança também só vai acontecer se as centrais sindicais chegarem a uma posição comum. O Planalto fechou acordo com a Força Sindical e a CUT, mas centrais menores não aceitaram a proposta de reposição da inflação mais a metade do PIB dos dois anos anteriores, o que representa ganho real de 6%.

Elas querem que os aposentados tenham o benefício reajustado pelo mesmo índice do mínimo, que dá mais de 8% de aumento. Paim disse que o lucro estimado do Pré-Sal será de 5 trilhões de dólares nos próximos 10 anos. Disse que pedirá que uma parte deste valor seja destinada à Previdência.

Fonte: Correio do Povo

Aposentados atolam no pré-sal

Alexandre PadilhaEnquanto o Congresso não votar os projetos relativos às novas reservas de petróleo, governo não discutirá reajustes de benefícios

por Tiago Pariz

O governo colocou em segundo plano o reajuste para os aposentados.

Diante da insatisfação de deputados aliados em encampar a proposta costurada com as centrais sindicais sem um acordo com o Senado, a decisão é voltar a discutir o tema somente depois de aprovados os quatro projetos do pré-sal na Câmara.

Os líderes governistas no Congresso consideraram que esquentar a discussão sobre um tema que desagrada a 8 milhões de aposentados que ganham mais de um salário mínimo pode engessar as votações e seria inútil sem os senadores darem sinal verde à proposta.

O governo aceita conceder aumento levando em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 50% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

No próximo ano, esse reajuste será de 6,19% — abaixo dos 8,81% referentes ao salário mínimo, que saltará de R$ 465 para R$ 506. Em 2011, o reajuste seria praticamente a inflação já que a expansão da atividade econômica deste ano não deve superar 1%.

“A avaliação, nesse momento, é que devemos priorizar a votação do pré-sal e debater a questão dos aposentados internamente com a base aliada”, disse o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Na reunião, um parlamentar sugeriu conceder um reajuste maior para ficar mais fácil a defesa em plena pré-campanha eleitoral. O número discutido seria referente à inflação mais 70% relativos ao crescimento econômico, o que daria um aumento pouco superior a 7%.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o do Planejamento, Paulo Bernardo, que estavam na reunião, rejeitaram a proposta. “Não existe um novo índice. Já estamos garantindo um ganho real. O governo chegou ao seu limite, que é o limite responsável, o limite sustentável”, frisou o ministro das Relações Institucionais.

O custo do reajuste proposto pelo Executivo aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo é de R$ 3 bilhões no ano que vem. Um deputado reclamou da amarração do Executivo. “Se aprovarmos a proposta do governo, o Senado vai mudar e dar um aumento maior. A Câmara mais uma vez ficará com o desgaste político”, criticou o parlamentar sob condição de anonimato.

O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), afirmou que o tema dos aposentados pode entrar em pauta até o fim do ano. “É possível finalizarmos a votação dos quatro projetos do pré-sal em três semanas”, disse. Padilha, no entanto, preferiu não se comprometer com uma data.

Para o reajuste valer para 1º de janeiro, como no caso do salário mínimo, o governo teria de se valer de uma medida provisória. O ministro, no entanto, também evitou falar na solução.

A oferta de reajuste vem acompanhada da votação de uma política permanente para o salário mínimo até 2023 e uma nova fórmula para o fator previdenciário.

A ideia é aplicar aos trabalhadores da iniciativa privada a mesma lógica dos servidores públicos. Os homens poderão se aposentar com 100% de seus vencimentos quando sua idade e o tempo de contribuição somarem 95. Para as mulheres, a conta é 85.

Fonte: Correio Braziliense

Outras prioridades

Lulapor Klécio Santos

Há vários culpados e pelo menos 8 milhões de vítimas neste jogo de empurra em que se transformou o reajuste dos aposentados. Enquanto a categoria é iludida pelo governo, a oposição tenta tirar proveito do impasse. O aumento de 6% prometido por Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira é o mesmo definido em agosto, em conluio com as centrais sindicais aliadas do Planalto.

O governo, contudo, faz movimentos circulares e evita levar a proposta à votação.

Irritado com o comportamento da base governista, que quase sucumbiu à pressão dos aposentados, Lula puxou para si o controle das negociações. Marcou duas reuniões com representantes da categoria, mas à última hora acabou cancelando as audiências. Na quarta-feira, diante do desgaste causado pelo apagão, divulgou o índice de 6% como se fosse novidade, com o objetivo de desviar o foco do blecaute.

Lula sabe que a proposta desagrada aos aposentados, que desejam o mesmo índice repassado ao salário mínimo. Às vésperas da eleição, o presidente gostaria de prever um aumento maior, mas não há espaço para mais concessões. Esse reajuste, alega, atrapalha a política de valorização do mínimo e aumenta o déficit da Previdência, embora não sejam os aposentados do INSS os culpados pelo rombo.

A oposição sabe que Lula está numa encruzilhada e tenta angariar a simpatia dos inativos, defendendo medidas que antes não encamparia. Na lista de prioridades do atual inquilino do Planalto, porém, os aposentados aguardam na fila. Por ora, os esforços estão concentrados na aprovação dos projetos do pré-sal.

– Tão logo vote o pré-sal, se houver ambiente, poderemos voltar a discutir (o reajuste aos aposentados) – condiciona o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT).

Fonte: Zero Hora

Mantega prevê quebra do país com projeto de Paim

Guido MantegaGoverno federal tentará persuadir deputados a aprovar a oferta de 6,3%

por Iara Lemos

Com uma frase, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sepultou as expectativas dos aposentados. Ao estimar os custos dos projetos do senador Paulo Paim (PT), entre os quais o que corrige os benefícios pelo mesmo índice concedido ao salário mínimo, Mantega foi fatalista. – A crise não quebrou o Brasil, mas o projeto Paim quebra – decretou o ministro.

O alerta de Mantega foi repassado ontem à tarde aos líderes da base governista e ao ministro da Articulação Política, Alexandre Padilha. Durante uma hora, eles foram orientados a buscar um acordo na Câmara. A ideia do governo é colocar em votação a proposta que reajusta em 6,3% as aposentadorias acima de um salário mínimo. Mesmo sem a concordância das entidades ligadas aos aposentados, o governo deseja pagar o aumento a partir de janeiro de 2010. Na análise do Planalto, a iniciativa de Paim é inviável.

– O governo não tem condições econômicas de suportar – repete o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT).

Mantega estimou que os projetos (confira na página ao lado), chamado de kit Paim no governo, custariam aos cofres públicos R$ 40 bilhões por ano. Segundo o especialista em contas públicas Raul Velloso, o impacto calculado pelo ministro é alto.

– Não digo que quebraria o país, mas atrapalharia bastante. Certamente, comprometeria os nossos investimentos em infraestrutura – comenta Velloso.

A alternativa sugerida pelo Planalto garante um ganho real de 2,5%. Neste caso, o impacto nas contas públicas seria de R$ 3 bilhões. Para financiar a despesa, a equipe econômica projeta um incremento nas receitas do Ministério da Previdência.

De acordo com o governo, a pasta obteve ganhos de 5,42% de janeiro a julho deste ano. Paim, contudo, afirma que há espaço para um reajuste maior.

– Até um tempo atrás, não admitiam nenhum centavo. Agora, já falam em aumento real – ironiza o senador.

Entidade marca um novo protesto para terça-feira

Embora tenha definido um índice, o Planalto só pretende retomar as discussões na Câmara após a apreciação dos projetos do pré-sal. Diante da resistência do governo, a oposição anunciou a obstrução da pauta de votações. A expectativa do Planalto é de que o reajuste dos aposentados demore, no mínimo, 20 dias para começar a ser debatido. Durante esse período, Fontana afirma que os líderes terão a responsabilidade de convencer suas bases a aderir à proposta do governo.

A oferta de 6,3% enfrenta resistência na Confederação Brasileira dos Aposentados (Cobap). A entidade busca um reajuste idêntico ao do salário mínimo. Um novo protesto da categoria está marcado para terça-feira, quando o fator previdenciário será discutido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Envolvida na análise dos projetos do pré-sal, a base governista sequer definiu de que forma o reajuste dos aposentados será votado. Há duas possibilidades: um substitutivo ou uma medida provisória. De qualquer forma, nem mesmo aliados acreditam em uma fácil aprovação.

– Não é prudente acreditar que os líderes consigam controlar as bancadas em um tema tão polêmico como esse (aposentados) – avalia o ex-líder do governo Lula Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Fonte: Zero Hora

Vamos para o voto: 6% não aceitamos de jeito algum!

Governo só negocia reajuste para aposentados e pensionistas se sindicatos tiverem posição única

Paulo Pereira da Silvapor Carolina Pimentel – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só vai negociar reajuste para os aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo se as centrais sindicais chegarem a uma posição comum. A informação é de sindicalistas que reuniram-se com Lula na noite de hoje (12), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

O governo e as maiores centrais sindicais, entre elas a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), fecharam um acordo para o reajuste, em agosto, que previa a reposição da inflação mais a metade do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores, o que significaria um ganho real de 6%.

O problema é que centrais sindicais menores não aceitam a proposta do governo, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), e têm pressionado para que os aposentados tenham o benefício reajustado pelo mesmo índice aplicado ao salário mínimo, que dá mais de 8% de aumento.

“O presidente disse que não dá para fazer uma proposta ainda porque as centrais sindicais não têm posição comum. Pediu para a gente voltar a se reunir, entre nós, e chege a um entendimento”, afirmou o deputado federal Paulo Pereira (PDT-SP), presidente da Força Sindical.

Mais cedo, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Henrique Fontana (PT-RS), avisou que a decisão sobre o reajuste dos aposentados que recebem mais de um salário mínimo será tomada somente depois da votação dos quatro projetos de lei que tratam da exploração do petróleo na camada pré-sal.

Para o presidente CUT, Artur Henrique, a prioridade das centrais é garantir o reajuste do salário mínimo acima da inflação, a partir de janeiro de 2010.

Fonte: Agência Brasil

Opinião do Leitor

Dilma Roussef e Lulapor Waldir

O pior de tudo não é o governo insistir na posição da não recuperação das perdas dos aposentados mas sim o descaso, a mentira e a covardia com que estão nos tratando, começando pelo Presidente da República, que a partir de hoje recuso-me a falar e a escrever o nome.

Para mim ele não passa de uma pessoa qualquer, assim como ele me trata. É um direito legítimo que eu tenho e não abro mão.

Não sei quantos anos ainda foi viver, mas desde hoje vou tratá-lo com o mesmo escarnio com que estou sendo tratado. Só me referirei ao Presidente da República, sem nome próprio.

A maior virtude de um homem, a minha opinião, é a sinceridade e isso nem o Presidente da República e nem os que os cercam tem.

O texto sob comento dá clara mostra disso, além de mentiras eles não dizem nada que se aproveite, além, é claro, de fazer terrorismo com os aposentados e pensionistas.

Dizer, a essa altura que a prioridade é votar projetos do pré-sal em detrimento dos projetos dos aposentados e cuspir na cara das pessoas; é subestimar a inteligência pensando que são os donos do poder; é esquecer que são apenas mandatários de uma procuração outorgada pelo povo e nada mais.

Todos sabemos que a única preocupação do governo, mais precisamente do Presidente da República, é fazer campanha política em favor da Ministra da Casa Civil que ele quer eleger como sua sucessora a qualquer custo, o que significa dizer que usará, inclusive, o dinheiro da Previdência Social, o nosso dinheiro, para que isso aconteça e isso já está devidamente comprovado com o projeto do Bolsa Celular que será levado à débito de nossa Previdência Social.

Foi para isso que contribuimos durante a vida inteira?, caríssimo sr. Presidente da República!.

O senhor Presidente da República num de seus momentos de lucidez declarou à nação inteira que não pretendia disputar um terceiro mandato, contudo, viu depois que o arrependimento não lhe traria bons resultados políticos e engenhou a continuidade de seu mandato, aproveitando-se de sua popularidade que chega aos 80%, esquecendo-se por completo que popularidade pode não ser a mesma coisa que aprovação, elegendo uma pessoa completamente desconhecida e desprovida de qualquer atributo político e administrativo.

Exemplo claro e recente é o apagão que vivenciamos e que diz respeito à pasta da qual a Ministra foi chefe durante o período de 2003 a 2005.

Se o Presidente da República conseguir enfiar guela abaixo dos brasileiros a Ministra, certamente ele terá garantido a continuação de seu reinado.

Mas o que nos interessa agora é o caso dos aposentados. E os aposentados, como ficam, Sr. Presidente da República? Ora, os aposentados!!! Que fiquem como estão. O que poderão eles fazer? Greve? Paralização? Interrupção de serviço público?

Não, não podem fazer nada e por isso não terão nada. Esquece-se o Presidente da República do mais importante, isto é, que os aposentados não podem fazer greve, não podem fazer paralizações, não podem interromper serviços públicos, não podem invadir terras, não podem invadir prédios, não podem fazer manifestações nas universidades, MAS ELES VOTAM.

Fonte: Acaba sem decisão reunião sobre reajuste a aposentados

CategoriasOpinião do Leitor

Opinião do Leitor

Lulapor Almir Papalardo

** BOLSA CELULAR **

Trabalhadores ativos e aposentados!

Infelizmente as nossas desconfianças de que o presidente procura nos dar maiores castigos, além do total esquecimento que há muito nos proporciona nos reajustes, estão se confirmando.

Esta recente notícia de dar telefones celulares aos beneficiários do bolsa família, quando só se fala em aumentos para aposentados, só pode ser uma maquiavélica provocação, como quem diz: -viram, seus babões aposentados, para os pobres do bolsa família eu concedo qualquer benefício, não me importando de onde vou tirar os recursos necessários, eles me darão votos-. [Para voces aposentados não dou NADA, como resposta as suas seguidas críticas não me poupando, quando deveriam se ajoelhar aos meus pés pedindo clemência].

Os aposentados querem deixar bem claro que nada têm contra os recebedores do bolsa família, sendo estes citados somente para efeito de comparação com a tamanha perversidade que este governo faz contra aposentados, prejudicando-os, como o faz agora sistematicamente com o maior pico de perversidade já alcançado.

Nossos reajustes são sempre inferiores aos reajustes do bolsa família. Para dar um aumento justo e devido aos aposentados é impossível, porque necessitaria de uma verba extra de 3 bilhões de reais, enquanto contraditoriamente, vai abrir mão de uma gasto de R$ 2 bilhões para a distribuição de celulares aos beneficiários do bolsa família. Que incoerência!

Lula colocou os aposentados num prato da balança, botando os recebedores do bolsa familia no outro prato, para mostrar claramente tratar-se de uma indecorosa revanche, e exibição de uma suposta e invencível força, para quem quizer desafiá-lo.

Ora presidente, medindo forças contra velhos aposentados??? Que feio!!!

Fonte: Sua Opinião

CategoriasOpinião do Leitor

Orçamento: salário mínimo depende de acerto com o governo, mas deve ser mais do que R$ 505,90

Geraldo MagelaJá previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2010 no valor de R$ 505,90, o salário mínimo pode ir a R$ 510.

O relator-geral do Orçamento, deputado federal Geraldo Magela (PT-DF), evitou falar, nesta quinta-feira (12), sobre como decidirá sobre diversas despesas – como as verbas para obras relacionadas à Copa de Futebol em 2014,

No caso da revisão do salário mínimo, a informação que circulava na Comissão Mista de Orçamento (CMO) era de que o novo valor chegará a R$ 510,00, o que implica mais gastos para corrigir benefícios da Previdência Social.

- Não vou anunciar valor para o salário mínimo porque isso ainda depende de acerto com o governo – justificou durante a sessão de aprovação do relatório preliminar do projeto da Lei Orçamentária (LOA) para 2010.

Um montante de R$ 13,3 bilhões deve cobrir as chamadas emendas de relator e as despesas indicadas como prioritárias no próprio relatório-preliminar – caso da Lei Kandir, a revisão do salário mínimo acima dos já previstos R$ 505,90 e a complementação para os aposentados com benefício acima do salário mínimo, entre outras despesas.

Outros pontos indefinidos são a revisão dos benefícios dos aposentados com ganhos acima do salário mínimo e o próprio reajuste dos servidores públicos. O relator-geral só confirmou a reserva dos R$ 3,9 bilhões para a Lei Kandir e a separação de R$ 1 bilhão para reforço de despesas na agricultura (política de garantia dos preços mínimos) e na área da saúde, mas admitindo que esse valor é insuficiente.

Nos últimos anos, as a aprovação final do Orçamento envolve concessões às frentes parlamentares que defendem os interesses dessas duas áreas. Como adiantou Magela, a ampliação dos valores dependerá da identificação de novas receitas. A segunda reestimativa deverá ser feita em dezembro, depois da aprovação dos dez relatórios das áreas temáticas.

Para formar a reserva global de recursos de R$ 23,3 bilhões já disponíveis para novas despesas, o relator-geral contou com R$ 4,7 bilhões transferidos da reserva de contingência prevista no projeto do encaminhado pelo governo e com R$ 14,8 bilhões decorrentes da primeira reestimativa da receita. Outros R$ 3,8 bilhões decorreram da ampliação da margem fiscal (redução do superávit).

Fonte: Agência Senado

Acaba sem decisão reunião sobre reajuste a aposentados

Henrique FontanaMinistro das Relações Institucionais afirmou que prioridade é a exploração do pré-sal

Terminou no início da tarde de hoje, sem decisão do governo, a reunião do colégio de líderes dos partidos da base aliada à respeito da concessão do reajuste real aos aposentados e pensionistas da Previdência Social que ganham mais de um salário mínimo.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse em entrevista coletiva que a avaliação dos líderes é que o tema dos ajustes das aposentadorias deve continuar em debate interno no governo.

— Nossa prioridade neste momento será a votação dos projetos sobre a exploração do pré-sal — afirmou.

Segundo ele, a discussão dentro do governo a respeito da correção das aposentadorias será em torno dos procedimentos que serão adotados em breve para a concessão do reajuste.

O ministro não descartou a hipótese de o governo encaminhar ao Congresso uma Medida Provisória (MP). Padilha foi taxativo ao dizer que está definido o porcentual de 2,5% de reajuste real (descontado a inflação) em 2010 para os aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo.

— O governo chegou ao seu limite, que é o limite do responsável e do sustentável ao longo dos anos — disse o ministro.

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), acrescentou estimar que nas próximas três semanas a Câmara deverá concluir as votações dos projetos relacionados ao pré-sal. Após esse prazo, segundo ele, os líderes retomarão o tema da correção das aposentadorias.

Fontana afirmou também que não se cogita a ampliação do porcentual de reajuste para o ano que vem, embora admita que a Câmara sofrerá pressão forte de centrais sindicais e entidades de aposentados por um reajuste maior:

— O governo tem muita preocupação com a situação dos aposentados, mas a palavra aqui é sensibilidade, em paralelo com responsabilidade com o impacto que o reajuste terá nas contas públicas.

Fonte: Jornal Pioneiro

Governo prioriza pré-sal e adia votação de benefício a aposentados

LulaO governo não vai votar os projetos de lei de interesse dos aposentados – o que extingue o fator previdenciário (PL 3299/08) e o que estende às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo (PL 1/07), enquanto não for concluída a votação do marco legal do pré-sal.

A decisão foi informada pelo líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), e pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes dos partidos da base aliada.

Segundo o líder e o ministro, o governo não vai votar os projetos relativos aos aposentados que já tramitam na Câmara, não vai apresentar nova proposta sobre o tema e não pretende voltar a discutir a proposta já apresentada pelo governo às centrais sindicais, e já recusada por estas.

A estimativa do governo é que a conclusão da votação das quatro propostas que tratam do pré-sal se dê até 15 de dezembro, a uma semana de o Congresso Nacional entrar em recesso de final de ano.

Fonte: Agência Câmara

CTB confirma apoio aos aposentados

 O presidente da Cobap participou da abertura da 4ª reunião da CTB

por Livia Rospantini

Convidado para participar da 4ª reunião da direção plena da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros (CTB), o presidente da Cobap, Warley Martins, aproveitou a oportunidade para falar da reunião entre o governo e as Centrais sobre a questão dos aposentados.

“A CTB, assim como a Nova Central, são as Centrais que realmente apóiam os trabalhadores brasileiros, inclusive os que já se aposentaram”, disse Warley.

“Construímos nosso movimento, mas também precisamos de vocês para conquistarmos nosso objetivo, que é a votação dos projetos”, continuou o presidente da Cobap.

A CTB é uma das Centrais que estarão na mesa de negociação com o governo para tratar sobre a questão dos projetos que beneficiam os aposentados. Pascoal Carneiro, secretário geral da CTB, reafirmou que continuam ao lado da Cobap, que representa os aposentados brasileiros. “Iremos à reunião com o governo defender também os aposentados.

Nossa decisão é pelo projeto do senador Paulo Paim”, afirmou Carneiro.

O presidente da Central, Wagner Gomes, fez questão de frisar: “Vamos apoiar no que for preciso, porque sabemos da seriedade do trabalho da Cobap”.

A 4ª reunião da direção plena da CTB acontece nesta quinta e sexta-feira, 12 e 13, no Hotel da Torre, em Brasília.

Fonte: COBAP

Processo julga a diferença de contribuições

 Cobap pode participar como parte interessada no processo

por Livia Rospantini

O advogado Pedro Dornelles, acompanhado pelo diretor da Cobap, José Carlos Vieira, veio hoje, 12, do Rio Grande do Sul à Brasília especialmente para levar ao Supremo Tribunal Federal documentos de interesse dos aposentados.

Os documentos fazem com que a Cobap participe como parte interessada no processo que vai julgar a diferença de quem contribuiu sobre o teto da previdência. Segundo Dr. Pedro Dornelles, o processo já foi aprovado em todas as instâncias processuais e representa uma média de 40% nos reajustes das aposentadorias e pensões.

Após levar a documentação para protocolar, Dr. Pedro Dornelles e José Carlos Vieira seguiram até o gabinete da Ministra Carmen Lúcia, relatora do processo, para entregar à assessoria uma cópia do documento.

Fonte: COBAP

CategoriasCOBAP, Notícias

Governo demonstra que quer votar acordo

Pepe VargasO presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu o martelo em torno do acordo – firmado em agosto – que prevê um reajuste acima da inflação para os aposentados que ganham acima do chamado piso previdenciário, que tem o mesmo valor do salário mínimo.

Pelo acordo fechado em agosto, esses aposentados terão em janeiro de 2010 um reajuste de cerca de 6%, com ganho real (acima da inflação) de 2,5%. O reajuste diferenciado custará no próximo ano cerca de R$ 3 bilhões.

Nesta sexta-feira, Lula se reunirá com os líderes aliados para viabilizar politicamente o acordo, chancelado pela CUT e Força Sindical em agosto.

No acordo, a fórmula adotada é a correção dos benefícios acima do mínimo pela inflação do período, mais 50% do PIB de dois anos anteriores. Esse percentual daria em 2010 o reajuste de 6%.

O deputado Pepe Vargas (PT-RS), que participou da reunião com Lula, diz que o governo deu uma demonstração de que quer votar a matéria. “O governo vai entrar em cena para mostrar que o acordo é bom”, disse Pepe, lembrando que o acordo tem vários pontos, como o substitutivo ao fator previdenciário, a chamada fórmula 85/95.

O deputado está confiante em uma indicação positiva para apreciação da matéria.

A reunião entre o presidente Lula, ministros e líderes do PT na Câmara terminou na noite desta quarta-feira com a marcação de outra reunião, na quinta, com todos os líderes da base aliada para decidir o que fazer com o reajuste dos aposentados.

Lula se reuniu com o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), com o líder do PT, Cândido Vacarezza, o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), e com os ministros da Previdência, José Pimentel, e o da Secretaria Geral, Luiz Dulci.

Fonte: Blog do Deputado Pepe Vargas

Proposta prejudica quem está prestes a se aposentar

Lulapor Sandra Kiefer – Estado de Minas

O governo estuda resolver o impasse sobre o reajuste das aposentadorias por meio de medida provisória (MP), insistindo nos termos do acordo firmado com as centrais sindicais. Pela proposta, seriam enviadas duas MPs ao Congresso.

Uma delas conteria o reajuste dos aposentados que ganham acima do mínimo que, segundo representantes das centrais sindicais, seria de 6,28%. O índice foi calculado com base na reposição da inflação pelo INPC mais 50% da variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

A outra proposta irá garantir o reajuste do salário mínimo para 2010, que beneficia também os benefícios equivalentes ao piso previdenciário. É calculado com base na inflação mais 100% do PIB de dois anos antes, e deve ficar em 7,70%.

Quem sairia perdendo nesta história seriam os trabalhadores prestes a se aposentar.

Com o envio das duas MPs, em tese cai o substitutivo apresentado pelo deputado federal Pepe Vargas (PT-RS). Nesse caso, os outros pontos acertados no trato ficariam para ser debatidos depois. O mais aguardado deles é a substituição do fator previdenciário pela fórmula 85/95, que facilita a aposentadoria integral com menos tempo de trabalho, além da mudança da fórmula de cálculo dos benefícios, que passaria a considerar 70% das maiores contribuições e não mais 80%, como é hoje.

“Os aposentados querem que o aumento seja igual para todos, mas não tem chance disso passar”, afirma João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical.

Ele participou quarta-feira de reunião dos representantes das seis centrais sindicais (CUT, Força Sindical, Nova Central, CTB, CGTB e UGT), depois da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. Eles foram recebidos pelo presidente da Câmara, Michel Temer, e pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Havia a expectativa de que seriam recebidos quarta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a agenda da presidência mudou em função do apagão.

O governo teme uma manobra regimental, caso o substitutivo do deputado Pepe Vargas seja colocado em votação no plenário. Por meios regimentais, os deputados poderão acabar aprovando o Projeto de Lei 001/07, do senador Paulo Paim, que prevê a vinculação das aposentadorias ao salário mínimo, no lugar da proposta de Vargas.

“A oposição só vai destrancar a pauta se o projeto dos aposentados for votado”, diz Warley Martins, presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap).

Cerca de 30 mil pessoas participaram quarta-feira da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília, reivindicando a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas semanais, sem redução de salário. O movimento pressiona para que o assunto seja colocado em pauta, ainda este ano, o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 231/95.

Fonte: Portal Uai

CategoriasGeral

Reajuste sobre aposentadorias deve sair por medida provisória

Dilma Roussef, Lula e Guido Mantegapor Fernanda Zandonadi

Enquanto o país se recupera dos problemas da falta de energia, os aposentados e pensionistas da Previdência Social amargam mais um período de “apagão salarial”. Ou seja, os beneficiários terão que aguardar para saber ao certo qual a proposta do governo federal relativa ao reajuste real a ser concedido em 2010 e 2011 para aqueles que ganham mais de um salário mínimo.

Após uma reunião, que aconteceu na tarde de ontem, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Previdência Social, José Pimentel, o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), que também esteve presente, informou que a discussão prosseguirá hoje, às 11h, com a presença dos líderes de partidos da base aliada do governo.

“O presidente quer ouvir o que pensam os líderes para então decidirmos de que forma será encaminhada a proposta de reajuste aos aposentados”, afirmou Fontana, evitando comentar se já estaria decidido o envio de uma medida provisória sobre o assunto, como foi ventilado ontem, para o Congresso Nacional.

Em termos regionais, no Espírito Santo, a decisão do governo federal vai gerar impacto direto no bolso de quase 90 mil aposentados e pensionistas. São 260.076 beneficiários do sistema, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Desse total, 172.431 recebem mensalmente até um salário mínimo.

O líder do governo na Câmara acrescentou ainda que a ideia continua sendo a de manter o mérito do acordo fechado, em agosto, com as principais centrais sindicais do país. Por esse acordo, seria concedido um reajuste real, acima da inflação, de 2,5%.

Esse valor equivale à metade do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2008 e seria concedido aos benefícios previdenciários superiores ao salário mínimo. Por esse cálculo, o reajuste ficaria em torno de 6%.

Também seria confirmada a atual política de correção do salário mínimo, que inclui a inflação do ano anterior somada ao PIB de dois anos antes, até o ano de 2023.

Outro ponto acordado é que o tempo de recebimento do seguro-desemprego pelos trabalhadores passará a ser contado como tempo de contribuição para a previdência.

E por fim, o acordo inclui a flexibilização da fórmula do fator previdenciário, que é um instrumento que hoje reduz o valor final das aposentadorias, dependendo da idade do segurado quando ele faz o pedido para receber o benefício.

Impasse
Fontana admitiu que a proposta desagrada a parte das centrais sindicais e de representações de aposentados, que reivindicam um reajuste real igual ao do salário mínimo. Ele, no entanto, ressaltou que esse é o acordo “possível”, dentro da realidade das contas públicas. “Estamos falando aqui do que é possível, não do ideal”, justificou.

E realmente as conversas em torno dos reajustes não agradam às lideranças sindicais. “Se houver sinalização de que a reunião é para aprovar o fator 85/95 (proposta substituta ao fator previdenciário, que continua achatando o valor das aposentadorias ao longo do tempo), a União Geral dos Trabalhadores não apoiará. Defendemos a melhora do salário e o fim do fator previdenciário”, disse o presidente da UGT, Ricardo Patah, por meio da assessoria.

O líder do governo na Câmara participou da reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na tarde de ontem. Participaram também o líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP); o presidente do PT, Ricardo Berzoini; além dos ministros da Previdência, José Pimentel; das Relações Institucionais, Alexandre Padilha; da Secretaria Geral, Luiz Dulci; do Planejamento, Paulo Bernardo; e o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado.

A reunião de amanhã será realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Fonte: Gazeta Online

A saúde privada está se aproximando do SUS

 As filas e o péssimo atendimento do SUS são uma rotina triste na vida de boa parte dos brasileiros, entretanto, nos últimos anos, esse problema da saúde no nosso país está se espalhando pelo setor privado também.

Ocorre que com o crescimento econômico, a maior geração de empregos , o aumento da renda e uma mudança na regra de adesão aos planos de saúde fez com que o número de pessoas atendidas pelo setor privado aumentasse (e muito), em um ritmo que não é acompanhado pelos investimentos no setor.

As vendas de plano de saúde corporativas são uma das principais responsáveis por esse “boom”. Nessas vendas, a empresa paga uma parte do plano e o empregado outra, dividindo o custo (o maior número de contribuintes também diminui o valor dos planos). O resultado disso é uma superlotação dos hospitais e clínicas particulares que passam a atender um número cada vez maior de pessoas.

Assim, principalmente os hospitais particulares apresentam filas intermináveis para o atendimento de uma maneira semelhante ao SUS, o que deixa qualquer usúario de planos sem ter a quem recorrer numa situação de emergência.

Outra questão que deve ser falada é o atendimento de médicos aos usuários de plano de saúde. Ocorre que quando ligamos para alguns médicos para marcamos uma consulta através do plano não coseguimos horário e, quando se trata de uma consulta particular, podemos escolher a hora e o dia. É compreensível a situção dos médicos que fazem isso porque são mal remunerados pelo plano, mas alguns ultrapassam a fronteira do bom senso ao praticamente obrigarem a pessoa que está doente a pagar pela consulta.

O jeito é torcer para nem nós, nem nenhum de nossos parentes ou amigos fique doente para enfrentar essas situações.

Fonte: Circula BH

CategoriasNotícias, Saúde, Seu Bolso

Lula discute hoje com aliados aumento para aposentados

Centrais sindicais protestam em frente da Esplanada dos Ministérios pela valorização do mínimo e por redução da jornada  Proposta é dar reajuste, em 2010, pela inflação mais 50% da variação do PIB de 2008

Se a proposta for fechada com a base aliada e centrais sindicais, aumento ficará um pouco acima de 6% a partir de janeiro de 2010

Folha de S. Paulo

Com o objetivo de obter apoio do Congresso à proposta que concede às aposentadorias acima do salário mínimo um aumento real equivalente a 50% da variação do PIB de 2008, o presidente Lula convocou para hoje uma reunião com os líderes dos partidos da base aliada na Câmara.

Lula discutiu ontem o reajuste com os ministros envolvidos nas negociações com os aposentados e foi praticamente descartada a possibilidade de um reajuste acima da inflação maior que esse. A posição do governo deverá ser apresentada hoje também a representantes do aposentados, que aguardavam ontem um horário na agenda presidencial.

A proposta, fechada com parte das centrais sindicais em agosto, é dar um reajuste, além da inflação, de metade da variação do PIB, segundo o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS). O aumento ficaria um pouco acima de 6% a partir de janeiro de 2010, diz.

Nessa configuração, haveria um gasto extra com a Previdência de R$ 3 bilhões.

De acordo com Fontana, “a área econômica voltou a colocar que as condições das finanças do país são bastante críticas”, que a arrecadação está caindo, mas que “entende que esse padrão de proposta que está feito, se tiver acordo dos líderes da base, deve ser aceito”.

O governo negocia para evitar a aprovação de proposta em discussão no Congresso, apresentada pelo senador petista Paulo Paim (RS). Ela vincula o reajuste de todas as aposentadorias ao aumento do salário mínimo e foi fechada com as centrais sindicais -além desse aumento, haveria ganho real equivalente a 100% do PIB de dois anos antes.

Manifestação
Em marcha ontem em Brasília, as seis maiores centrais sindicais do país pressionaram o governo e o Congresso a aprovar o projeto de valorização do salário mínimo -que prevê aumento real atrelado ao crescimento do PIB-, mas continuaram divididas em relação à política de reajuste para os benefícios da Previdência Social acima do piso salarial.

De acordo com líderes sindicais, a manifestação na Esplanada dos Ministérios reuniu entre 35 mil e 50 mil pessoas para reivindicar, entre outros pontos, a redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas -para a Polícia Militar, foram 15 mil pessoas.

Pelo acerto, 8,5 milhões de benefícios serão reajustados pouco acima de 6%, o que equivale à variação da inflação mais 50% do PIB de dois antes.

Até o início da noite, os sindicalistas aguardavam uma definição do Planalto sobre a audiência hoje com Lula.

Das seis centrais – CUT, Força, CGTB, UGT, CTB e Nova Central Sindical -, as três últimas são contra a proposta de atrelar o reajuste dos aposentados a 50% da variação do PIB.

Continuamos defendendo o acordo, e o governo já fala em editar uma medida provisória para conceder o reajuste real em 2010. Isso pode ser bom porque acalmaria os ânimos de quem é contra e o resto a gente discutiria no ano que vem”, disse o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves.

Fonte: Portal ClippingMP

Lula decide reajuste de aposentados

Lula e Ricardo BerzoiniLimite é um ganho real de 2,5% para os benefícios acima do mínimo

De Chico de Gois e Cristiane Jungblut:

A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros e líderes do PT na Câmara, ontem à noite, para decidir o que fazer com o reajuste real dos aposentados que ganham acima do salário mínimo, terminou com a marcação de outra reunião, hoje, com todos os líderes da base aliada.

Lula bateu o martelo em torno do acordo firmado em agosto com as centrais sindicais, que prevê um reajuste de 2,5% acima da inflação para esse grupo de aposentados. É tudo o que o governo poderá dar, repetirá Lula hoje.

— A avaliação é que o acordo é o melhor elemento para se resolver essa questão dentro do Orçamento. A posição é que o limite é o do acordo — disse o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), após a reunião.

A fórmula adotada é a correção dos benefícios acima do mínimo pela inflação do período, mais 50% do PIB de dois anos anteriores. Esse percentual daria, em 2010, o reajuste de 6%, com ganho real (acima da inflação) de 2,5%.

Segundo Berzoini, os ministros da área econômica disseram ontem que esse era o máximo que as contas públicas poderiam arcar. O reajuste diferenciado custará em 2010 cerca de R$ 3 bilhões. Leia mais em O Globo

Fonte: Blog do Noblat

Reajuste frustrante e por MP

LulaEquipe econômica convence Lula a não elevar proposta de aumento das aposentadorias do INSS acima do mínimo

por Max Leone

Rio – O governo federal manterá a proposta de reajuste para aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima do salário mínimo (R$ 465) que serviu de base do acordo fechado com as centrais sindicais. Reunido ontem com a equipe econômica, com o ministro da Previdência, José Pimentel, e com o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana, (PT-RS), entre outros parlamentares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convencido a não mexer na fórmula de cálculo. Assim, os segurados receberão aumento que leva em conta 50% da variação do Produto Interno Bruto de dois anos antes, mais o acumulado da inflação do período. Isso resultaria em reajuste de 6% a 7% ano que vem.

Hoje, o presidente volta a se reunir, às 11h, só que com líderes da base governista no Congresso Nacional, para resolver o impasse sobre o reajuste, que pode sair por medida provisória. A reunião será novamente na sede provisória do governo, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília.

No encontro de ontem, a equipe econômica ponderou com o presidente sobre a queda de arrecadação, o que poderia inviabilizar a apresentação de proposta diferente.

A MP reproduziria os termos do acordo proposto pelo governo para os segurados do INSS que recebem acima do salário mínimo. Pela proposta, o governo concederia a partir de janeiro um ganho real em torno de 2,5%.

A expectativa de Lula é buscar o apoio do líderes dos partidos da base governista para a proposta. No encontro, deverá ser definida a forma como o reajuste será concedido. Se for por medida provisória, deverão ser duas: uma para o reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo e outra que define a política de reajuste do mínimo até 2023.

Governo quer retirada de projetos

O governo insistirá na retirada da pauta de votação na Câmara de projetos de interesse dos segurados do INSS, como o que estende a todos os benefícios o mesmo índice de correção do salário mínimo, o fim do fator previdenciário (mecanismo que leva em conta o tempo de contribuição, a idade do segurado e que acaba reduzindo o valor final do benefício) e o projeto que prevê a reposição de perdas das aposentadorias com valores acima do mínimo. Pela proposta, o período de seguro desemprego também contará para aposentadoria.

Fonte: O Dia

Lula mantém proposta de reajuste de 6,19%

Lulapor Juca Guimarães do Agora

A ideia de conceder um aumento para os aposentados do INSS maior que o previsto no acordo do governo com as centrais não foi para frente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou o argumento de ministros e deputados da base aliada, que defenderam reajuste igual à inflação do período, mais metade do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes para aqueles que ganham acima de um salário mínimo.

Lula decidiu que o governo vai levar adiante a regra de que o reajuste dos benefícios para 2010 e 2011 será a reposição da inflação, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), mais metade do crescimento do PIB de dois anos antes, além de estabilidade no emprego no último ano da aposentadoria.

Por essa regra, o aumento para quem ganha mais que o piso será de 6,19%.

Fonte: Jornal Agora

Lula decide bancar a proposta de 6%

LulaReajuste para quem ganha mais do que o mínimo será levada ao plenário

Em uma rápida reunião de meia hora espremida pelo tema do blecaute, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu ontem à tarde com ministros e deputados que o governo vai bancar a proposta fechada em agosto com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical para o reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo.

A oferta para os próximos dois anos prevê corrigir os benefícios pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de 50% do crescimento do PIB, o que daria um aumento em torno de 6% em 2010.

Segundo o deputado Pepe Vargas (PT), relator do substitutivo que reúne as propostas do governo para a Previdência, Lula deve chamar hoje líderes de partidos e da base aliada para enfrentar o debate com os aposentados e a oposição no Congresso. Conforme o deputado, a proposta pode ser votada na forma do substitutivo ou ser resolvida por medida provisória.

– Somos o único país do mundo que vai dar aumento real para os aposentados – alega Pepe Vargas.

O governo também reiterou o apoio à substituição do fator previdenciário pelo chamado cálculo 85/95, que permite a aposentadoria pelo teto para mulheres que somarem 85 anos de idade e contribuição. No caso dos homens, a soma deve ser 95 anos. Além das aposentadorias, o governo quer definir a política de valorização do mínimo que deve vigorar até 2023.

Líder do governo na Câmara, o deputado Henrique Fontana (PT) admitiu que a posição do governo deve desagradar os aposentados e as pequenas centrais sindicais, contrárias ao acordo fechado em agosto. Mas ressaltou que é pouco o espaço para mais concessões.

– Estamos falando aqui do que é possível, não do ideal – disse Fontana.

Ontem, as seis maiores centrais sindicais do país entregaram aos presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), documento em que pedem a votação da proposta de emenda constitucional que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Foi a principal reivindicação da pauta da 6ª Marcha dos Trabalhadores, movimento que reuniu milhares de manifestantes em Brasília.

Fonte: Zero Hora

Berzoini diz que Lula bateu o martelo quanto ao reajuste para aposentados

Ricardo Berzoin e LulaBRASÍLIA – O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), disse nesta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu o martelo em torno do acordo – firmado em agosto – que prevê um reajuste acima da inflação para os aposentados que ganham acima do chamado piso previdenciário, que tem o mesmo valor do salário mínimo. Pelo acordo fechado em agosto, esses aposentados terão em janeiro de 2010 um reajuste de cerca de 6%, com ganho real (acima da inflação) de 2,5%.

Segundo Berzoini, os ministros da área econômica disseram a Lula que esse era o percentual máximo que as contas públicas poderiam arcar. O reajuste diferenciado custará em 2010 cerca de R$ 3 bilhões.

Na sexta-feira, Lula se reunirá com os líderes aliados para viabilizar politicamente o acordo. A tendência é que o governo desista de votar qualquer projeto relacionado aos aposentados no Congresso e deixe para editar medida provisória fixando o novo valor do salário mínimo e o reajuste diferenciado aos aposentados que ganham acima da inflação, a partir de janeiro de 2010. A CUT e a Força Sindical chancelaram o acordo em agosto.

- A avaliação é que o acordo é o elemento melhor para se resolver essa questão (dos aposentados) dentro do orçamento. A posição é que o limite é o do acordo – disse Berzoini, acrescentando:

- Para mim, a melhor alternativa é se editar uma MP.

No acordo, a fórmula adotada é a correção dos benefícios acima do mínimo pela inflação do período, mais 50% do PIB de dois anos anteriores. Esse percentual daria em 2010 o reajuste de 6%.

O relator da proposta que acaba com o fator previdenciário, deputado Pepe Vargas (PT-RS), diz que o governo deu uma demonstração de que quer votar a matéria.

- A questão mais importante é que o governo dá uma demonstração de que quer votar a matéria. O governo vai entrar em cena para mostrar que o acordo é bom – disse Pepe Vargas, lembrando que o acordo tem vários pontos, como um fator previdenciário alternativo.

A reunião entre o presidente Lula, ministros e líderes do PT na Câmara terminou na noite desta quarta-feira com a marcação de outra reunião, na quinta, com todos os líderes da base aliada para decidir o que fazer com o reajuste dos aposentados. Lula se reuniu com o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), com o líder do PT, Cândido Vacarezza, o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), e com os ministros da Previdência, José Pimentel, e o da Secretaria Geral, Luiz Dulci.

A área econômica do governo, representada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, voltaram a enfatizar que as condições econômicas do país estão difíceis, pois a arrecadação caiu, mas informaram que, se houver concordância da base na Câmara, a proposta deve ser aceita pelo governo.

Henrique Fontana, escalado para dar entrevista, disse que o presidente resolveu pautar o assunto.

- O presidente quer ouvir os líderes da base sobre a proposta – disse Fontana, lembrando que Lula foi consultado durante as negociações do reajuste das aposentadorias.

Fonte: O Globo

Lula propôs nova reunião com líderes da base sobre aposentadorias

Henrique FontanaO líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs uma reunião amanhã, às 11 horas, com os líderes da base aliada.

Ao sair da reunião com o presidente e ministros para discutir os projetos de lei de interesse dos aposentados e pensionistas (o que extingue o fator previdenciário e o que estende às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo), Fontana disse que a idéia é insistir na proposta já apresentada pelo governo às centrais sindicais em agosto. O governo quer que as aposentadorias maiores que o salário mínimo tenham a correção da inflação mais a metade da taxa de crescimento do PIB de dois anos anteriores.

O líder explicou que, caso seja aprovada a proposta, em 2010 essas aposentadorias teriam a correção da inflação (índice que precisa ser apurado ao final do ano) mais 2,5% de crescimento real, já que em 2008 o crescimento do PIB foi de 5%. “Pode até parecer pouco, no primeiro ano, mas se o governo tivesse tido condições de dar esse reajuste desde o início do governo do presidente Lula, as aposentadorias acima do mínimo já teriam acumulado ganho de 30%.”

Fator 85/95
Fontana também lembrou que nos últimos 15 anos essa é a primeira vez que essas aposentadorias terão ganho real acima da inflação. Segundo ele, o governo também quer aprovar melhorias nas condições das aposentadorias, como o projeto que institui o fator 85/95 em substituição ao fator previdenciário. Por essa regra, a aposentadoria será concedida sempre que a idade e o tempo de contribuição somarem 95, no caso de homens, e 85, no caso de mulheres.

Hoje o trabalhador que começou a contribuir aos 18 anos pode requerer aposentadoria aos 53, mas, com o fator previdenciário, ele ou perde 30% do valor do benefício ou trabalha até 61 anos para conseguir o valor integral. Pelo sistema proposto, ele teria de trabalhar até 56,5 anos para ter 100% do benefício.

O líder também destacou que a proposta do governo prevê estabilidade no emprego no último ano da aposentadoria. “Essa proposta é a melhor possível.

Na proposta do governo está uma política de ganhos reais para o salário mínimo até 2023, que beneficia diretamente 17 milhões de aposentados que ganham o salário mínimo.”

Fonte: Agencia Câmara

Opinião do Leitor

José Genoinopor Waldir

Durante a sessão da Câmara de hoje, sob comentários feitos por vários deputados, inclusive muitos da base aliada, em favor da aprovação dos projetos que beneficiam os aposentados e pensionistas, o deputado José Genoino sentindo-se à margem das manifestações uma vez que pertence ao quadro de funcionários do Lula, os quais têm a obrigação de ficarem contrários aos projetos do senador Paim e não por ideologia, apressou-se a agarrar o microfone e anunciar uma suposta reunião que estaria havendo entre o Presidente Lula, Cândido Vacareza e Henrique Fontana, deputados lideres do governo e do petê, respectivamente, para tratarem do assunto “aposentados” e que a meta da discussão seria arranjar um aumento digno aos aposentados.

Da forma como se manifestou o ilustre deputado!?, ironicamente, ficou explicito que se tratava, isso sim, de arranjar um cala-boa para os trastes velhos aposentados que não produzem mais nada.

Diante disso, voltamos a afirmar, com toda convicção, de que será melhor não recebermos nada e continuarmos nossa luta, do que trocarmos nossos direitos por um reajuste único e ver lançados no lixo todos os esforços feitos pelos políticos que nos apoiaram durante todo o tempo em que estivemos lutando para a recomposição das perdas verificadas nas aposentadorias e pensões do RGPS.

Não houve um só deputado sequer que antes de anunciar o voto para as matérias que estavam em discussão que não se manifestasse em favor da votação dos projetos que beneficiam os aposentados e pensionistas.

Foram deputados de todos os Estados brasileiros, numa demonstração que nossa causa está atingindo o país como um todo.

Não podemos entregar nossas armas que significam mais de 30 milhões de votos ao nosso adversário. Temos de mostrar ao adversário que poderemos contar com essas armas que serão letais nas eleições de 2010.

Hoje, deputados como Arnaldo Faria de Sá e Ivan Valente foram implacáveis nos defendendo da ira governamental e em nome de uma gratidão que temos com esses políticos não podemos aceitar qualquer proposta que venha desse governo que apenas quer continuar nos enganando.

Vamos nos manter firmes no propósito de ver nossos projetos votados e aprovados.

Fonte: Governo apresenta a Lula nesta quarta plano para acalmar associações de aposentados

CategoriasOpinião do Leitor

Lula convoca reunião para definir posição do governo sobre reajuste de aposentadorias

Lula e Dilma Rousseffpor Carolina Pimentel – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou reunião para amanhã (12) com líderes da base governista na Câmara para fechar posição sobre o reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo em 2010.

Os aposentados querem o aumento aplicado ao salário mínimo, cerca de 8%. O governo permanece na defesa do cálculo acertado com as centrais sindicais: inflação acumulada, usando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais metade do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008, ou seja 2,5% – resultando em um ganho de 6%, abaixo do reivindicado pelos aposentados. A ideia é que a regra vigore também em 2011.

Um dos principais motivos para rejeitar o pedido dos aposentados é o estouro nas contas da Previdência Social. O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT –RS), espera compreensão dos parlamentares e dos aposentados para levar a proposta do governo à votação no Congresso e, assim, não seja aprovada emenda que prevê o mesmo índice de reajuste do salário mínimo a todos os beneficiários da Previdência.

“Percebo que muitos compreendem que esse ganho acima da inflação, de acordo com metade do crescimento da economia, é uma conquista importante. Ao longo dos últimos 15 anos, nunca houve uma reposição além da inflacionária. Estamos falando daquilo que é possível”, disse, depois de reunião com o presidente Lula, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República.

Fontana defende ainda o fim do fator previdenciário no caso do trabalhador que contribuiu por 35 anos sem nunca ter sido demitido. Hoje, o trabalhador que iniciou a carreira com 18 anos de idade e se aposenta depois de 35 anos de contribuição perde 30% do benefício por conta do fator previdenciário, criado para impedir aposentadorias precoces. Para receber todo o benefício, teria de trabalhar até os 61 anos.

Sem o fator, conforme o deputado, o trabalhador terá de ficar no emprego até os 56,5 anos para ter direito à aposentadoria integral.

Fonte: Agência Brasil

Fim do Fator Previdenciário será votado na próxima terça-feira

Arnaldo Faria de SáO presidente da Cobap convoca os aposentados para a votação e promete: Teremos surpresas

por Livia Rospantini

Aposentados e pensionistas de todo o País vêm acompanhar de perto, na próxima terça-feira, 17, a apreciação e votação do PL 3299/08, que derruba o Fator Previdenciário.

O projeto se encontra na Comissão de Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados e tem como relator um dos maiores defensores dos aposentados na casa, deputado Arnaldo Faria de Sá.

Warley Martins, em nome da Cobap, convoca todos os aposentados brasileiros para a votação do fim do Fator na Comissão de Justiça e Cidadania, Ala das Comissões, Anexo II, na Câmara dos Deputados.

A apreciação do projeto tem início às 13:30 horas e o presidente da Cobap promete: “Teremos surpresas”.

Fonte: COBAP

Mário Couto diz que objetivo do Bolsa-Celular é ‘inflar candidatura de Dilma’

Mário CoutoAo criticar nesta quarta-feira (11) o anúncio de que o governo pretende criar o programa Bolsa-Celular, para quem já recebe faz parte do Bolsa-Família, o senador Mário Couto (PSDB-PA) disse que a intenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na verdade, “é inflar a candidatura” da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ele lamentou que o governo não assegure transporte, segurança, saúde, educação e uma condição de vida digna à população.

O senador ironizou o programa anunciado pelo governo cantando um trecho de da música Você não Vale Nada, de autoria de Dorgival Dantas:

- Eu sei que ‘você não vale nada, mas eu gosto de você’. Porque você me dá dinheiro, telefone celular, eu gosto de você, eu vou votar na Dilma.

Mário Couto também voltou a defender os aposentados e classificou como uma “novela” os constantes adiamentos, pela Câmara dos Deputados, da votação da proposta do senador Paulo Paim (PT-RS) estabelecendo que as aposentadorias e pensões até três salários mínimos devem ser reajustadas pelo mesmo índice de correção do salário mínimo. O nome da “novela”, disse o senador, é O Rei que Massacra os Aposentados deste País. O ator principal, acrescentou, é o deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA), relator da matéria.

Mário Couto lamentou o que classificou como “submissão do Congresso Nacional ao Poder Executivo, com obediência cega às ordens do presidente da República”.

- Este deputado está obedecendo a uma ordem da Presidência da República. Ele não tem como negar. Ele está envolvido em processos de corrupção e está amparado pelo governo para que nada lhe aconteça. Ele tem cargos públicos. Ele só vive com verbas públicas. Por isso ele é submisso – afirmou.

Mário Couto conclamou os aposentados da Bahia “a se vingarem do deputado nas urnas”, pois o voto é a única força de que dispõem. O senador disse que viu Bacelar tremer quando leu seu parecer, porque sabia estar prejudicando os aposentados e porque “é covarde, não tem coragem para dizer não ao presidente da República”.

- Ele ainda teve o cinismo de dizer que a avó dele tinha ligado pedindo para relatar a favor dos aposentados. Metendo a própria avó nos acertos que ele faz com o governo – lamentou.

Fonte: Agência Senado

CategoriasNotícias